Um ano que vai passar como um vento forte.
Não vai deixar lembranças.
Não vai deixar sabores nem odores.
Talvez eu mude, talvez não.
Mas serei intrísico à meu objetivo.
Quero tudo sobre controle, nas minhas mãos.
Não vou atrás de emoções nem de platonismos.
Só vou sentar, e manter um foco macro.
Talvez, raramente, levantar os olhos e observar o movimento, mas só.
E quem sabe eu só não espero um acaso, como você falou.
Quem sabe isso mude tudo.
Mas não quero.
Vou deixar o ritmo passar.
E compor minha própria música para dançar.
Ainda acho que arrependimento mata.
Espero que eu saiba ignorar isto também.
E simplesmente esquecer.
Ah, sinto falta dos teus cachos.
Mesmo.

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