É o nome do filme que acabei de assistir, simplesmente fantástico (no meu gosto por filmes monótonos, cinzas, tudo foi na minha medida certa), mas estou falando dele exclusivamente devido ao título (se todo filme bom que assistisse eu comentasse no blog, ele iria ter outro foco). Filme nacional, e confesso que adquiri um gosto por quase todos eles, àqueles que fazem parte do meu gênero favorito. De quebra tem Rodrigo Santório e Leonardo Medeiros como protagonistas num filme de drama, nem precisaria de mais motivos para pagar pra ver. Eu iria falar bem mais sobre ele, mas a análise de Anay Cury traduz bastante do que percebi/senti.
PS: A trilha sonora é 10.
"consegue ser melancólico, sem ser dramático; romântico, sem ser meloso e até mesmo um pouco clichê, sem ser forçado. São quase duas horas de duração, mas não se sente o tempo passar. Não se trata de uma grande produção. Os cenários da trama são poucos e quase sempre os mesmos. No entanto, se tem sempre a sensação, não somente pelas indicações óbvias, de que estamos em São Paulo. Assim como na cidade, a cor cinza parece imperar, não somente nos ambientes, mas na essência dos personagens. Uma pequena paleta de cores parece dar indicações de que será usada no final do filme. Ao abandonarem o planejamento de cada passo em suas vidas, Pedro e Ênio tendem a sair da letargia de seus personagens rumo a redenção às imprevisibilidades da vida." Anay Cury
OBS: SE FOR ASSISTIR O FILME, N ASSISTA O TRAILER
músic.
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