domingo, 17 de abril de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Há momentos que o real se torna uma confusão, um desnorteamento sem céu, seguidos de acontecimentos postos em desordem. E isso tudo existe, ali, aparentimente no seu correto lugar, e visto por todos os desatenciosos como algo comum. Enquanto resta a mim, não exclusivamente, isto. Fruto irrestrito de nós mesmos tudo em nossa volta.
E criamos por necessidade, de forma simplista: Carentes de viver, incompletos. Mas somos assim, até o momento que desfalecemos de nossas mentiras. Um baque forte e temos de reaprender a respirar, como se estivéssemos nascendo de algum sonho, mas só pensamos em voltar para ele, que já a essa hora, inexistente, inacreditável.
As consequências... vontade de tornar-se espectro e visualizar, em terceira pessoa, ou deixar-me ir, embalado num sono inseguro.
As consequências... vontade de tornar-se espectro e visualizar, em terceira pessoa, ou deixar-me ir, embalado num sono inseguro.
O segredo é inspirar sempre um pouco mais.
Vou correr hoje. (na verdade agora que digito, já voltei)
O oxigênio faz seu trabalho.
terça-feira, 5 de abril de 2011
Isso ae foi na última noite do fds, mas a gente visitou os maiores points do zé walt (se resumindo aos bares de esquina) na sexta, sábado e domingo para festejar o niver do Ewerton. Lógico que não podia faltar a cerveja, a cana e o violão.
No vídeo Ewerton cantando uma do odair josé e outra do belchior.
E bandinha "nova" pra vcs.
Um rock inglês abaianado, ou bahiano ingleisado.
domingo, 13 de março de 2011
Minha turma de dança só tem damas velhas e que já sabem dançar, mas ok.
Erguendo uma crise existencial e rindo de conversa religiosa de minhas tias.
“But I don’t want to go among mad people,” Alice remarked.
“Oh, you can’t help that,” said the cat: “We’re all mad here. I’m mad. You’re mad.”
“How do you know I’m mad?” said Alice.
“You must be,” said the cat, “Or you wouldn’t have come here.”
evolua mesmo se você desmoronar por dentro
sexta-feira, 4 de março de 2011
O toque...
É aquele único instante que você não consegue classificá-lo
Quando os membros partem para cortejar uma despedida formal
As mãos se tocam, os dedos se entrelaçam
E se cumprimentando, um a um se vai, naturalmente...
Como numa harmonia planejada, eles se largam
1, 2, 3, 4...
Resistência ?
Por quê ?
Treme...
O mais frágil dos laços se ergue
Implorando para reunir os corpos
Descobrindo, instigando algo.
E pulsa.
pulsa.
pulsa.
Um olhar, uma indiferença, um tudo, um nada.
Se largam, como obrigação.
Mas deixam a solidão de um lado.
Confusão.
Existência.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Garganta
Post para upar Laços na versão abrasileirada bem mixuruca dum rapaz que não fala "r" direito que ainda por cima está com a garganta fudida de inflamada e que para o azar dos ouvintes, ele gosta de desafinar, sério. (só gravei pq se não gravasse hoje não ia mais)
Hoje finalmente consegui pegar o livro do Sears de Física para estudar a matéria do Ventura, e o modo como o consegui delatou a incompetência e desorganização do cefet naquele sistema da biblioteca. O sistema de pesquisa não estava funcionando, então pedi para o rapaz trazer 3 livros de física 3º grau, ele perguntou se eu não tinha nenhum autor em mente, falei: "rapaz, toda vida que vou atrás de Sears, Kepler, Tipler sempre estão alugados, então trás qualquer um e talvez algum me sirva." Quando ele me aparece com o livro do Sears, 12ª edição, que eu havia reservado desde segunda. E mais ! Quando verifico qual foi a última vez que o locaram, vejo que foi no ano passado.
Amanhã tem o projeto dançar faz bem, na UFC. Vou ver se participo do aulão de férias, se me agradar, me inscrevo. (Tango, zouk, samba, e outras mutreta lá)
Não por acaso
É o nome do filme que acabei de assistir, simplesmente fantástico (no meu gosto por filmes monótonos, cinzas, tudo foi na minha medida certa), mas estou falando dele exclusivamente devido ao título (se todo filme bom que assistisse eu comentasse no blog, ele iria ter outro foco). Filme nacional, e confesso que adquiri um gosto por quase todos eles, àqueles que fazem parte do meu gênero favorito. De quebra tem Rodrigo Santório e Leonardo Medeiros como protagonistas num filme de drama, nem precisaria de mais motivos para pagar pra ver. Eu iria falar bem mais sobre ele, mas a análise de Anay Cury traduz bastante do que percebi/senti.
PS: A trilha sonora é 10.
"consegue ser melancólico, sem ser dramático; romântico, sem ser meloso e até mesmo um pouco clichê, sem ser forçado. São quase duas horas de duração, mas não se sente o tempo passar. Não se trata de uma grande produção. Os cenários da trama são poucos e quase sempre os mesmos. No entanto, se tem sempre a sensação, não somente pelas indicações óbvias, de que estamos em São Paulo. Assim como na cidade, a cor cinza parece imperar, não somente nos ambientes, mas na essência dos personagens. Uma pequena paleta de cores parece dar indicações de que será usada no final do filme. Ao abandonarem o planejamento de cada passo em suas vidas, Pedro e Ênio tendem a sair da letargia de seus personagens rumo a redenção às imprevisibilidades da vida." Anay Cury
OBS: SE FOR ASSISTIR O FILME, N ASSISTA O TRAILER
músic.
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