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sábado, 31 de dezembro de 2011

Só por que acabou o chorare e amadureci minha arrogância ?

Ela está menos destrutiva, mais sensível, se esconde dentro de gavetas
que por vezes quando se abre dá susto e a fecha com força, fazendo baques
que por vezes me causa mais receio que a própria.

Tá claro ?

Segurança é um negócio interessante, nunca a dominamos, só aprendemos a lidar
com qualquer coisa com antecedência, mas Sartre tá certo mesmo, esse negócio de
tentar planejar sua reação não existe.

Então é assim, quanto vale a companhia de alguém que não te acompanha ? É costume o mal do século, estagnação, comodidade é uma maravilha, mas chega lá na frente e fode qualquer um, mas o sistema de defesa é mais oportuno ainda,
não me importo,
não me importo,
não me importo.

E quanto vale desenvolver resistência ?
Cada um sabe o seu preço.

E isso aqui serve para alguma coisa sim. A simulação de um  julgamento crítico é maior nessa janela. Mas agora há conclusões.

Que eu sou como posso.



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Muitos pontos finais são várias reticências.
Dê um sorrisinho de desgosto.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Muito provavelmente se o meio que a pessoa usa para apresentar sua ideia for repleto de pensamentos confusos, não há muito que se discutir, aquela pessoa simplesmente tem problemas em identificar o que é importante na sua vida. Vamos lá, quais são os problemas que você se depara no qual você não pode simplesmente parar, avaliar possibilidades e tomar a decisão mais cabível considerando todas as variáveis? E não me venha realmente falar de possível arrependimento, eles sempre existem quando há expectativas.


Mas esse não é o rumo que eu pretendo que esse texto tome. A idéia que eu quero passar é:

Há inúmeras coisas mais importantes que o seu problema.

Só na Etiópia há mais de oito milhões de seres
humanos estão no limiar da fome. Como dormimos ?

“Existem momentos na vida onde a questão
de saber se pode pensar diferentemente
do que se pensa, e perceber diferentemente
do que se vê, é indispensável para continuar
a olhar ou a refletir.
É simples perceber que o mundo e você são apenas um só, e que ele está aos pedaços devido a grupos egocêntricos, egoístas, dominadores, irracionais, e também devido a nós, que nos permitimos manter imparciais, nulos e vazios. E evitamos com todas as forças olharmos para dentro de si pois temos vergonha. Permanecemos mornos, somos aqueles que têm o privilégio de compreender em parte o que acontece, mas pior do que àqueles idiotizados, fingimos que está tudo bem, para não sermos chamados de loucos, pois somos mimados e frágeis.

"Devemos ter orgulho dos loucos, pois são os que sentem a situação como mais se aproxima da realidade tão deturpada, são os que traçam o caminho que será percorrido futuramente pelos sábios."


Aprendamos, vivemos apenas de ar, água e alimento, não precisamos conquistar valores que foram forjados apenas para nos esquecermos da essência de tudo, apenas para pessoas superficiais que acharam a felicidade naquilo que convém ao seu ego.


Há uma verdade em que eu acredito e que já deve haver vários nomes para ela, que nós, e toda a nossa sabedoria, virtudes, e vida estão conectados, e basta você deixar esse vínculo transparecer e fortalecer em você para ocupar aquele vazio antes preenchido ilusoriamente. A existência começa a tomar formas consistentes.

Não quero educar ninguém a entender que o sentido de sua existência está em permitir-se tornar único e como conseqüência importar-se com os próximos, nem eu tenho muita fé nisto e posto nestas palavras me parece tender a valores não significativos, mas que a sua aceitação estará muito mais próxima do concreto que de qualquer outro modo.

Então, como este veículo que tenho tanto usado sem função definida (por respeito aos leitores) não me é mais útil, e talvez nunca me fosse, deixo-o com considerável parcela de minha vaidade.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Amarra tua fumaça no meu peito

Luz bate no rosto e cora a face
arde o couro, do jeito que teus olhos me julga.
E como pode você não perceber, mesmo tão de perto, que
teus membros não diferem dos meus.

Sangue flui nesses rios que se entrelaçam e jorram
sabor amargo e quente, que torna a colorir
o meu céu e esvair no chão
junto aos meus dentes
estrelas nesse mar de pedras

Mas o sopro do teu bafo me vicia, e tu sabe
que há resistência desse corpo.
A alma pura e suja de sabão não esconde
meu peito branco por dentro.
Que espuma como onda que bate.

E volta a tingir minha roupa de cinza e encarnar
sementes tuas na minha garganta.
O cheiro nem incomoda, tem até seu charme
no nosso ritual impróprio.

E vocês nem sabem que o Deus que tanto
vocês incomodam se esconde dentro de mim.

Sinas e pecados fadados a buscar incessantimente
liberdade, mas que são presos por cabrestos no bagos.
Mas o mundo pode fazer seus rodopios,
que o caminho já tá traçado.


quarta-feira, 10 de agosto de 2011




Recomeçando três dias depois.


Escrever numa biblioteca normalmente me faz perder as estribeiras, independente que caminho tome no final eu mesmo me assusto e rebolo o troço em algum canto. Mas eu duvido muito que aconteça isto hoje, percebo que não posso generalizar as bilbiotecas, só a pública faz isso mesmo, e todo o ambiente e acontecimentos já ocorridos nas redondezas me faz dar uma pirada bem rasante (ou não)

Me lembro da cara do Ewerton quando me achou na praça verde duas semanas depois que tínhamos terminado. Eu lá, fumando, com três livros na mão, um litro de vinho na outra, e o violão, só me fazendo companhia. Perguntei pra ele porque diabos ele não me contou que melancolia era tão interessante.

Nos encontramos quando estamos sós, e é impossível você não se contentar com o que você acha, por isso nem jogue seu ego lá na puta que pariu (pra cima) quando isso acontecer (pois você ta longe de ser o único).

Pé. Faz três dias que sonho com pés. Pés da cor de leite. Doces, macios, e mordo, e mordo. E tinha cheiro de hidratante, mas qual? Sei lá, me some... Erva doce? Camomila ?

É por isso, que mantenho o tema. No sonho, no sonho que nos conhecemos, que deixamos de ser covardes, é onde encontro o que realmente escondo, escondo por proteção própria, mas tudo que me faz agora é trazer prazer, e saudades. É gostoso, só não mais porque não sentimos dor.

Guará tem que ser legendária, e vou me esforçar pra que seja.




Sem subjetividades ou metáforas.

No fundo eu sou um covarde, me escondo da realidade fantasiando possibilidades tão improváveis de acontecer, e ainda por cima me alegro com o que faço, com justificativas tão incabíveis quanto um poço sem fundo. 

Aliás, não me engano em dizer que no sonho sou muito mais racional, digo, mais livre.

É normal criarmos barreiras ao longo de nossas vidas ? Buscar incessantimente mais correntes até não haver mais corpo a se amarrar ?

Não importa se nasci ou não, mas se senti.

Mas tudo parece desculpa, agora. Talvez só agora. Mas quem, pergunto quem diabos entende um pouco do mundo e não tenta fugir as vezes para dentro de si ?
É bom as vezes se perder sem ter razão.



quinta-feira, 21 de julho de 2011

Clichês para vocês


Um dia escutei algo, que considerei uma bobagem sem tamanho: “Enquanto nos tornamos adultos, vamos nos tornando igualmente idiotas”. Mas em muitos aspectos isso é realmente verdade. Crescendo, entramos em diversos conflitos, que diferem em diversos pontos de vista,  escolhemos alguns, e, mesmo que evitemos a imparcialidade, a idéia já nos toma para si.

A visão não entra mais de fora pra dentro.

“O universo se torna pequeno se comparado a grandeza da imaginação”

E mesmo assim podemos dizer que o tudo é fruto de nós mesmos, mas nós somos frutos de poucas, ou muitas coisas que nos acontecem. Vamos privilegiar o nosso ego pensando que realmente que tudo nasce de dentro ?

“The Earth Is Not a Could Place”

Sabedoria. A felicidade não é dos tolos, mas dos que entendem a si próprio, pois somos isso, e aquilo. Se sou frio, meu mundo é frio. Se permito ater meus sentidos, limito-me. E no caminho do auto-conhecimento há escolhas que podem nos fazer sacrificar muito de nós mesmos.

A felicidade. Há quem diga ser utópica. Ela não depende de nada, nem de ninguém. É um estado que adquirimos, que digo que poderia ser até por métodos discriminados, apesar de não acreditar muito nisto.

Podemos sim ser felizes mesmo passando por situações que deveriam nos abalar. Mas como uma tempestade num oceano, abala-se apenas a superfície, enquanto a profundeza permanece serena, calma, intacta.

Comodismo é o princípio da mediocridade.
Não importa qual caminho tome, desde que sinta satisfeito consigo mesmo.

Todos precisamos de asas, que nos ascenda para o que está além de nosso alcance.
Você já  encontrou a sua ?




sexta-feira, 15 de julho de 2011

sábado, 18 de junho de 2011

domingo, 12 de junho de 2011




Sonho em entrar nesse navio. Já pensou fazer uma show nele ?