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quinta-feira, 21 de julho de 2011

Clichês para vocês


Um dia escutei algo, que considerei uma bobagem sem tamanho: “Enquanto nos tornamos adultos, vamos nos tornando igualmente idiotas”. Mas em muitos aspectos isso é realmente verdade. Crescendo, entramos em diversos conflitos, que diferem em diversos pontos de vista,  escolhemos alguns, e, mesmo que evitemos a imparcialidade, a idéia já nos toma para si.

A visão não entra mais de fora pra dentro.

“O universo se torna pequeno se comparado a grandeza da imaginação”

E mesmo assim podemos dizer que o tudo é fruto de nós mesmos, mas nós somos frutos de poucas, ou muitas coisas que nos acontecem. Vamos privilegiar o nosso ego pensando que realmente que tudo nasce de dentro ?

“The Earth Is Not a Could Place”

Sabedoria. A felicidade não é dos tolos, mas dos que entendem a si próprio, pois somos isso, e aquilo. Se sou frio, meu mundo é frio. Se permito ater meus sentidos, limito-me. E no caminho do auto-conhecimento há escolhas que podem nos fazer sacrificar muito de nós mesmos.

A felicidade. Há quem diga ser utópica. Ela não depende de nada, nem de ninguém. É um estado que adquirimos, que digo que poderia ser até por métodos discriminados, apesar de não acreditar muito nisto.

Podemos sim ser felizes mesmo passando por situações que deveriam nos abalar. Mas como uma tempestade num oceano, abala-se apenas a superfície, enquanto a profundeza permanece serena, calma, intacta.

Comodismo é o princípio da mediocridade.
Não importa qual caminho tome, desde que sinta satisfeito consigo mesmo.

Todos precisamos de asas, que nos ascenda para o que está além de nosso alcance.
Você já  encontrou a sua ?




sexta-feira, 15 de julho de 2011

sábado, 18 de junho de 2011

domingo, 12 de junho de 2011




Sonho em entrar nesse navio. Já pensou fazer uma show nele ?

quarta-feira, 18 de maio de 2011



No vácuo de mim eu me despenco. Porque seria preciso também abdicar de mim mesmo para novamente reconstruir-me. Tornar a escolher os gestos, as palavras, em cada momento decidir qual dos meus eus assumir. Já esfacelei meu ser, já escolhi as porções que me são conveninentes esquecendo deliberado as outras. E são elas - serão elas? - que agora se movimentam revoltadas, pedindo passagem em gritos mudos, na ânsia de transcender limites, violentar fronteiras, arrebentando para a manhã de sol. O tremular da chama é um aceno, convite para chegar à verdade última e íntima de cada coisa.
Não quero. Não posso restar nu, despojado de mim mesmo. Não posso recomeçar porque tudo soaria falso e inútil. As minhas verdades me bastam, mesmo sendo mentiras. Não é mais tempo de reconstruir.
Em luta, meus ser se parte em dois. Um que foge, outro que aceita. O que aceita diz: não. Eu não quero pensar no que virá: quero pensar no que é. Agora. No que está sendo. Porque pensar no que ainda não veio é fugir, buscar apoio em coisas externas a mim, de cuja a existência não posso duvidar porque não a conheço. Pensar no que está sendo, ou antes, não, não pensar, mas enfrentar e penetrar no que está sendo é coragem. Pensar é fuga: aprender subjetivamente a realidade de maneira a não assustar. Entrar nela significa viver.
Sôfrego, torno a anexar a mim esse monólogo rebelde, essa aceitação ingênua de quem não sabe que vivier é, constantemente, construir, não derrubar. De que não sabe que esse prolongado construir implica em erros, e saber vivier implica em não valorizar esses erros, ou suavizá-los, distorcê-los ou mesmo eliminá-los para que o restante da construção não seja abalado. Basta uma pausa, um pensamento mais prolongado para que tudo caia por terra. Recomeçar é doloroso. Faz-se necessário investigar novas verdades, adequar novos valores e conceitos. Não cabe reconstruir duas vezes a mesma vida numa única existência. Por isso me esquivo, deslizo por entre as chamas do pequeno fogo, porque elas queimam. E queimar também destrói..."

Caio Fernando Abreu
 

sexta-feira, 13 de maio de 2011

"O desejo é um tempo parado
É quando se trocam as datas dos bichos e das flores
É quando aumenta a rachadura da velha parede
É quando se vira a folha, a folha da história
É quando se pinta um fio branco na cabeleira preta
É quando se endurece o rastro de sorriso
No canto dos olhos
Eu sei que a viagem é longa
A voz vai e vem
Você ta aí?
Você ta aí?
Ei, voce est aí?
Vontade de abraçar o infinito" Otto.

sexta-feira, 8 de abril de 2011



Há momentos que o real se torna uma confusão, um desnorteamento sem céu, seguidos de acontecimentos postos em desordem. E isso tudo existe, ali, aparentimente no seu correto lugar, e visto por todos os desatenciosos como algo comum. Enquanto resta a mim, não exclusivamente, isto. Fruto irrestrito de nós mesmos tudo em nossa volta.

E criamos por necessidade, de forma simplista: Carentes de viver, incompletos. Mas somos assim, até o momento que desfalecemos de nossas mentiras. Um baque forte e temos de reaprender a respirar, como se estivéssemos nascendo de algum sonho, mas só pensamos em voltar para ele, que já a essa hora, inexistente, inacreditável.

As consequências... vontade de tornar-se espectro e visualizar, em terceira pessoa, ou deixar-me ir, embalado num sono inseguro.

Mas é tudo concreto e novo, sentir o áspero com o odor, medo.

O segredo é inspirar sempre um pouco mais.


Vou correr hoje. (na verdade agora que digito, já voltei)

O oxigênio faz seu trabalho.

terça-feira, 5 de abril de 2011





Isso ae foi na última noite do fds, mas a gente visitou os maiores points do zé walt (se resumindo aos bares de esquina) na sexta, sábado e domingo para festejar o niver do Ewerton. Lógico que não podia faltar a cerveja, a cana e o violão.

No vídeo Ewerton cantando uma do odair josé e outra do belchior.

E bandinha "nova" pra vcs.
Um rock inglês abaianado, ou bahiano ingleisado.