A
merda da singularidade
Que
não é respeitada
Cada
ser com uma consciência que considera os preceitos básicos de sobrevivência
como um máximo
Todos
Iguais
Tentando
socializar, desenvolver, adaptar
E
mostrar a mesma impressão insegura
Tentam
se encaixar em um espaço que não lhes cabem
Como
um brinquedo de passar peças por orifícios de formas geométricas
E
se entretém com as tentativas mesmo ao vacilarem
Enquanto
eu
Me
divirto ou me deprimo
E
o único orifício que me interessa são suas bocas
Que
justificam o sentimento de deslocamento
Se
reencontrar e buscar valores que tem significado pra você
O
humano
O
limite
Classifica-nos
Um
punhado de estantes com prateleiras preenchidas por caixas decoradas
Vazias
Vou
pôr tudo em desordem
Depois
decidirei se não vale a pena montar um adega
Deixando-a
envelhecer
E
talvez
Me
terá algum valor no futuro
Que bom voltou a postar.
ResponderExcluir