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terça-feira, 28 de abril de 2009

Não sei...


Sei que nem tudo está a mercer de um destino
Sei que há quem dirá,
Que foi teu Deus a te julgar
E não tem ninguém que culpe
A si pela tragédia

Não sejas tão duro
Vês que está fazendo papel de ridículo
Tu não tens um vazio no peito
Tu não tens uma rocha no coração

Permite que o vento corra entre teus membros
Que descubra teus flácidos segredos
Não deixe que a vergonha de si
Corroa o que não está errado
Não seja egoísta, me deixa entrar..

Um comentário:

  1. Hoje só li e escutei mensagens com quais me identifiquei. Estranho, porém agradeço. Mas tudo isso pode ser apenas egocentrismo. Até porque isso és tu, não é assim?
    Digo obrigada também a oportunidade de comentar aqui mais uma vez. Mais uma vez me surpreendo com o que escreves. Diz-me algo: tens dificuldade para escrever? Ou é o que os surrealistas franceses chamam de “escrita automática”? Que surge direto do inconsciente! Seja ou não alguma dessas coisas, ignore-me e continue. Estarei sempre aqui, :*

    Ah! Já tem melodia? Ou não é uma música?

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